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Os povos originários do Brasil

Atualizado: 11 de dez. de 2023

Sabe-se que o Brasil era totalmente ocupado por indígenas antes da chegada dos europeus em 1500, e que até hoje tentam resistir bravamente pela sobrevivência da espécie, da sua cultura, e acima de tudo, da nossa terra.


Somos educados em cima de um mito de origem sobre o descobrimento do Brasil.


imagem: Terra Brasilis Lopo Homem — 1519


A história que é contada nas escolas não engloba os nossos costumes ancestrais, dos povos originários, que já habitam este território há muito tempo, se resume a pouco mais de 500 anos numa narrativa feita pelos europeus que aqui vieram colonizar.


E quem não sabe de onde veio, jamais saberá para onde vai.


A costa do Brasil, do Amazonas ao Rio Grande do Sul, era tomada por tribos tupi-guarani, distribuídas em distintas famílias.


Existiam poucas exceções, que eram povos do Grupo Macro-Jê (denominados Tapuia — em tupi-guarani significa “os outros”).



Por volta do ano 0 da era cristã, começou uma ampla migração dos povos Tupi-guarani — que eram semi-nômades — pelos rios Madeira e Mamoré, ocupando boa parte do litoral de território que hoje representa o Brasil.


Essa migração teve diferentes fases, em que distintas tribos foram ocupando o território, expulsando todos os outros indígenas para os rigores do sertão e do agreste, os descendentes dos chamados homens Sambaquis, além de outras tribos que integravam o grupo Macro-Jê.


Buscavam a terra sem mar, um local que era o espelho de onde viviam, mas sem as características negativas de lá, realizando uma adaptação social e ecológica nesse novo ambiente.


A própria Mata Atlântica, que os europeus ficaram boquiabertos quando chegaram, foi produto de alguns milhares de anos de interação desses povos com o ambiente, que fizeram esse “grande jardim”.


Cabeças de indígenas em obra de litogravura de Debret — Imagens: Domínio Público/Catálogo BBM-USP


Onde hoje é o Brasil, habitavam mais de 1.000 povos, que falavam diferentes línguas e tinham diferentes costumes.


Era um sistema em rede, bastante movimentado e com muitas interações entre si. Não havia uma capital que centralizasse o poder, mas estava completamente conectado, por trilhas e estradas em diferentes pontos do território, comprovando que haviam intensas relações, inclusive com as tribos andinas e outros povos nativos da América.


imagem: “Guerras do Brasil.doc — episódio 1 — As Guerras da Conquista”


As tribos do litoral eram quase todas “primas”, ou tinham algum grau de parentesco, entretanto o vínculo mais forte que elas tinham era o da vingança.


Eram povos guerreiros, e a guerra era considerada “sagrada”, visto que praticavam a antropofagia.


A antropofagia era praticada em rituais esotéricos como forma de quem come incorporar as qualidades do indivíduo que é comido, como a bravura e a coragem de um guerreiro derrotado.



Ou seja, o canibalismo se resume aos povos que comiam carne humana para saciar a fome, ao passo que a antropofagia, diz respeito a cerimônias religiosas em que se comia a carne do inimigo para a incorporação das características destes.


Representação do canibalismo na tribo brasileira Tupinambá, conforme descrito por Hans Staden


Hans Staden, autor alemão, em seu livro “Duas Viagens ao Brasil”, descreve minuciosamente como funcionavam esses rituais antropofágicos, os “banquetes da vingança”, e o escritor Eduardo Bueno, do canal Buenas Idéias relata no vídeo “O Banquete Antropofágico” como ocorria.


Quando havia a apanha de um inimigo de guerra, o guerreiro capturado era levado para a tribo vencedora, e assim ele vivia o dia a dia dos captores, mais do que isso, era tratado como celebridade. Permanecia entre seus carrascos como se integrasse o bando.


Recebia um colar com nós, e o número de nós representa as fases da lua que ele iria esperar para o seu sacrifício, tinha direito a se relacionar com as mulheres da tribo — a poligamia era comum entre os tupi-guaranis — e aguardava pacientemente o dia do ritual da vingança.


A fuga não era uma opção, pois os guerreiros não queriam manchar a imagem de sua tribo como covardes, e para um guerreiro de verdade, a maior honraria era morrer sendo devorado pelos seus inimigos.


Os ritos antropofágicos eram sempre embalados por cânticos de guerra e regados por cauim, um fermentado de mandioca produzido com saliva das anciãs da tribo.


Em 1928, Alfred Métraux escreveu o livro “A Religião dos Tupinambás”, em que comenta em detalhes sobre esses rituais.


O relativismo cultural diz que nenhuma sociedade pode avaliar ou julgar os preceitos culturais de outras sociedades sob a ótica de seus valores, como se esse fosse o padrão a ser seguido.


As guerras tribais eram costumes ancestrais e consensuais, tais como as relações poligâmicas, e também integravam o código de honra desses povos.

O mais curioso disso tudo era perceber que apenas no Brasil, com os Tupi-guaranis, que existiam esses rituais antropofágicos.


Mapa dos povos indígenas do Brasil no século 16


Tupi — o povo, é o maior tronco linguístico do Brasil.


Os índios de língua Tupi habitavam maior parte do litoral e foram os primeiros a estabelecer contato com os colonizadores europeus.


Ocupavam boa parte do território brasileiro e também extensão de Argentina, Paraguai, Bolívia, Peru, Equador e Guianas.


As etnias descendentes do tronco Tupi são: Arikém, Aweti, Jurúna, Mawé, Mondé, Munduruku, Puruborá, Ramarama, Tupari e Tupi-Guarani.


Potiguar — os comedores de camarão — integravam o território de São Luís até as margens do Rio Parnaíba, e também no litoral do Ceará.


Eram exímios canoeiros e inicialmente, inimigos dos portugueses, mas firmaram uma parceria com os portugueses para expulsar os holandeses do Brasil, em 1648.


Desse episódio, Felipe Camarão e sua esposa Clara Camarão, foram indígenas que participaram da Batalha de Guararapes, sendo tratados como heróis.


Camarão ainda recebeu o título de "Capitão-Mor de Todos os Índios do Brasil".

Os potiguaras eram em torno de 90.000 antes da chegada dos europeus.


Caeté — ficavam no território que integra o Rio Paraíba até as margens do Rio São Francisco, do Pernambuco a Alagoas — Olinda antigamente chamada de Marim dos Caetés.


Os caetés comeram o Bispo Pero Fernandes Sardinha e foram declarados inimigos da civilização.


No episódio "Bispo Sardinha na Ceia dos Índios Caetés", Eduardo Bueno narra essa história.

Em 1562, Mem De Sá declarou Guerra Justa contra os caetés.


As “Guerras Justas” eram aquelas autorizadas pela Coroa ou pelos governadores, ou então aquelas travadas em legítima defesa contra os ataques indígenas e a quem prejudicava o desenvolvimento da monarquia portuguesa no novo continente.


Tupinambá — o “tupi por excelência”, em tupi-guarani significa “o parente dos ancestrais”. Viviam no território do Recôncavo Baiano e em outras partes do território ao norte.


Eram em torno de 100.000, e também seriam os mais conhecidos dos povos litorâneos.

Enfrentaram os portugueses e tentaram devastar a cidade de Salvador, apesar de serem considerados “amigos das novidades”, eram um povo guerreiro e belicoso.


Gostavam de ostentar luxúria com seus adornos super coloridos e cheios de penas de guarás.



Tupiniquim — os “vizinhos paralelos”, os índios avistados por Pedro Álvares Cabral, que viviam em duas regiões, no sul da Bahia, perto de Porto Seguro, e também próximo ao litoral de SP, entre Bertioga e a Ilha do Mel, no Paraná.


Eram em torno de 85.000, e se aliaram com os portugueses para matar os tamoios e expulsar os franceses da Baía de Guanabara.


Temiminó — em tupi-guarani significa “os netos”, ocupavam só a ilha do Governador e um pequeno pedaço no sul do Espírito Santo.


Inimigos dos Tamoios, foram personagens importantes, liderados pelo Araribóia, na tomada da Baía de Guanabara pelos portugueses, juntamente com os Tupiniquins.

Em torno de 18.000 no total, somando aqueles que viviam na Ilha do Governador e os que viviam no sul do Espírito Santo.


Tamoio (os mais antigos, os avós) os verdadeiros senhores da Baía de Guanabara — RJ — viviam na região que compreende de Cabo Frio/RJ até Bertioga/SP.


Eram em torno de 70.000 e se aliaram aos franceses na batalha contra os colonizadores portugueses.


Liderados por Cunhambebe e Aimberê, lutaram bravamente até a morte, como retratado no quadro “O último Tamoio” de 1883, do pintor francês Rodolfo Amoedo, em que vemos Aimberê sendo segurado pelo Padre José de Anchieta.


O Último Tamoio é um óleo sobre tela pintado por Rodolfo Amoedo, no ano de 1883.


Grupo Macro-Jê (não-tupis) — denominados de tapuia, que significa “os outros” em tupi-guarani. Incluem os grupos Bororo, Guató, Jê, Karajá, Krenak, Maxakali, Ofaié, Rikbaktsa e Yatê.


Tremembé (Jê) — viviam na região que fica entre o Maranhão e o Ceará.


Eram grandes nadadores e bons mergulhadores. Em torno de 20.000 quando os europeus chegaram aqui.


Tabajara (Jê) — em torno de 40.000 ficavam entre a Ilha de Itamaracá e o Rio Paraíba, vizinhos e em pé de guerra com os potiguares, além de serem inimigos mortais dos caetés.

Se aliaram muito rapidamente aos portugueses.


Aimoré (Jê) — também conhecidos como Botocudos, eram grandes corredores e guerreiros temíveis. Viviam no território que hoje é o Espírito Santo, e eram em torno de 30.000.

Foram responsáveis pelo fracasso inicial na implementação das Capitanias de Ilhéus, Porto Seguro e do Espírito Santo.


Só seriam derrotados no início do século 20.


Goitacá (Jê) — “os mais bárbaros”, eram em torno de 12.000, grandes corredores e nadadores.


Mais altos que os tupi-guaranis, tinham cabelos bem compridos mas cortavam as franjas para ficarem com a testa maior. Andavam totalmente nús, pintando-se com genipabu. Utilizavam adornos de penas e os guerreiros usavam colares de dentes de tubarão.



Dormiam no chão e viviam em palafitas na margem do Rio Paraíba, no local onde hoje é a cidade de Campos dos Goytacazes. Na década de 90 foram encontradas mais de 5 toneladas de material arqueológico dos povos goitacás.


Considerados os mais selvagens por serem canibais e terem a fama de caçar tubarão com as próprias mãos.


Frei Vicente do Salvador, em seu livro “A História do Brasil” relatou que os goitacás eram homens mais anfíbios do que terrestres, e que o ritual de iniciação dos guerreiros se dava quando o jovem atingia a idade adulta e entrava no mar para caçar um tubarão. Ao deparar com um, o guerreiro socava a cabeça do animal, quando o tubarão abria a boca para atacar, ele colocava um pau na boca do bicho, impedindo que fechasse, e com a outra mão arrancava-lhe as entranhas, matando o tubarão e levando para a costa.


Faziam isso para sacar os dentes dos animais e utilizá-los na confecção de suas flechas e dos seus colares.


Jean De Léry em seu livro “Viagem à Terra do Brasil” também descreve a selvageria do povo goitacá e o seu comportamento hostil com os europeus.


A Capitania de São Tomé, que pertencia a Pero De Góes, se estendia do norte do Espírito Santo até a cidade de Macaé/RJ, com uma costa de difícil acesso e com a água mais escura por conta das saídas dos rios que deságuam no Atlântico, era o local onde habitavam os goitacás, nas margens do Rio Paraíba.


A Vila da Rainha, fundada na Capitania de São Tomé, foi atacada inúmeras vezes pelos goitacás, até serem totalmente dizimados com roupas contaminadas por varíola.


Guarani — os guaranis são associados ao tronco linguístico Tupi, especificamente à família linguística tupi-guarani — a única entre as outras nove famílias linguísticas que compõe o tronco tupi que se expandiu para fora da Amazônia, o que ocasionou uma das maiores expansões linguísticas da América do Sul.


Os guaranis ocupavam a região da Mesopotâmia dos Rios Paraná, Paraguai, Iguaçu, Paranapanema e Uruguai, na região que hoje integra uma parte do Brasil, do Uruguai, da Argentina e praticamente toda a região do Paraguai. Tinham mais de 1 milhão de habitantes.

Era um povo amistoso, que praticava a agricultura conjunta, plantavam mandioca, milho, erva mate, dentre outras espécies.


Carijó (guarani) — “o melhor gentio da costa”, viviam na extensão de território que ia da Cananéia/SP até a Laguna dos Patos/RS.


Eram considerados gentios por não praticarem o canibalismo e nem a antropofagia, o que diferenciava-os brutalmente dos tupis.


Caçavam patos para a subsistência e por isso também eram conhecidos como “índios patos”.

Os primeiros movimentos portugueses no continente resultaram na colonização da região sul do Brasil, escravizando em torno de 60.000 indígenas da tribo carijó.


Cerca de 100.000 integrantes antes da chegada do homem branco.


Nativos da tribo carijó, os primeiros habitantes do sul do Brasil


Charrua — ocupam o pampa gaúcho, uruguaio e parte da Argentina. Eram irredutíveis e inconquistáveis.


Coletores e caçadores nômades, usavam chiripá, uma espécie de saia para se abrigar do frio, tomavam chimarrão e manuseavam boiadeiras para caçar.


Após os homens brancos trazerem os cavalos para os pampas, os charruas se tornaram exímios cavaleiros, com habilidades de cavalgar deitados na lateral do animal com suas lanças compridas em batalhas.


Quando abatiam animais de grande porte, preparavam um fogo de chão para cozinhar a carne em espetos de pau, hoje conhecido popularmente como churrasco.


Foram dizimados pelos índios guaranis, armados pelos jesuítas, e também por mercenários, tendo em vista que constantemente atacavam as Missões Jesuíticas para saquear animais e as grandes plantações de ervas que integravam aquelas reduções.



Minuano — não possuía relações com o grupo tupi-guarani, embora tivesse contato com os carijós.


Eram caçadores e coletores nômades e não possuíam sofisticação na elaboração de seus artefatos, em comparação com os guaranis. Também usavam boiadeiras para a caça e bebiam chimarrão.


Os minuanos viviam nas margens da Laguna dos Patos e suas lagoas adjacentes, tendo feito acordo com os portugueses em torno de 1737, para a criação da cidade de Rio Grande, a primeira cidade fundada no Rio Grande do Sul.


Os povos minuanos tinham costumes parecidos com os charruas e também foram dizimados pelos guaranis das Missões Jesuíticas e por mercenários.


A resistência


Os povos originários foram escravizados à exaustão, foram mortos e massacrados durante todo o período colonial.


Apenas no início do século 17 os escravos africanos começaram a ser maioria no território brasileiro, até então os nativos eram capturados pelos colonizadores europeus, forçados a trabalharem e se converterem à sua religião.


Aqueles que não aceitavam essas imposições, estavam fadados à Guerra Justa.

Além das guerras justas, os surtos de doenças e epidemias que o homem branco trouxe para cá, contribuíram drasticamente para o extermínio desses grupos indígenas.


E ao final do século 17, os portugueses acabam percebendo e reconhecendo que essas ações foram guerras de extermínio.


Já durante o Brasil República, no século 20, com uma política do estado para preservar a parcela da população indígena para a constituição da nacionalidade brasileira, por intermédio das ações de Cândido Rondon, quando foi criado o SPI — Serviço de Proteção aos Índios (1910).


Em um de seus primeiros contatos com os índios, Rondon Leva presentes para a tribo dos Parecis (foto: O Cruzeiro/Arquivo EM — 1907)


Em 1987, Aílton Krenak, liderança indígena da tribo Krenak, discursou durante a Assembléia Constituinte em defesa das terras indígenas, pintando o rosto com tinta de genipabu para protestar contra o retrocesso na luta pelos seus direitos.




Em 2019 escreveu o livro “Ideias para adiar o fim do mundo”, resultado de duas conferências e uma entrevista realizadas em Portugal entre 2017 e 2019, tornando-se o primeiro autor indígena brasileiro a estar entre os livros mais lidos no mundo.


Hoje, ainda existem inúmeros povos que resistem bravamente para manter os seus costumes e as suas tradições, protegendo rios e florestas, lutando contra a opressão do homem branco.

As 10 principais tribos indígenas no Brasil atualmente, segundo dados do Instituto Socioambiental (ISA), que se destacam pelo número de habitantes são:


Guarani: originários do tronco da família linguística tupi-guarani, os guaranis somam cerca de 85 mil habitantes no país. Eles vivem em diversos estados do Brasil e estão divididos em três grupos: Kaiowá, Mbyá e Ñadeva.


Tikuna: pertencente à família linguística ticuna, apresenta cerca de 50 mil habitantes — que estão na Amazônia, sobretudo às margens do rio Solimões. Eles são considerados o maior grupo indígena que vive na região.


Kaingang: proveniente do tronco da família linguística macro-jê, os caingangues reúnem cerca de 45 mil pessoas. Estão em quatro estados do Brasil: São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.


Macuxi: da família linguística Karib, os macuxis encontram-se, em grande parte, no estado de Roraima. Cerca de 30 mil indígenas vivem em aldeias e pequenas habitações isoladas pelo estado.


Guajajara: oriundos do tronco da família tupi-guarani, os 27 mil guajajaras existentes moram no estado do Maranhão.


Terena: da família linguística aruak, há cerca de 26 mil pessoas dessa etnia no território brasileiro. Encontram-se nos estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo.


Yanomami: da família linguística yanomami, esse grupo reúne cerca de 26 mil pessoas nos estados do Amazonas e Roraima.


Xavante: originários do tronco da família linguística macro-jê, os xavantes têm uma população de 18 mil habitantes, que estão concentrados em reservas indígenas no estado do Mato Grosso.


Potiguar: pertencem ao tronco da família linguística tupi-guarani. Os potiguaras somam cerca de 18 mil pessoas nos estados da Paraíba, Ceará, Pernambuco e Rio Grande do Norte.


Pataxó: da família linguística pataxó, esse grupo reúne cerca de 12 mil pessoas nos estados da Bahia e Minas Gerais.


Esse foi um breve apanhado sobre alguns povos que viviam no território brasileiro na época do descobrimento.


Se você quer continuar a conversa ou se possui mais informações, vai ser um prazer seguir debatendo o assunto, manda um alô e vamos conversar!


Referências:

Nas Costas Indígenas — Eduardo Bueno: https://www.youtube.com/watch?v=S0ghT_x4alc

O Banquete Antropofágico — Eduardo Bueno: https://www.youtube.com/watch?v=ciQTvv7-Tbg

Índios do Sul — Eduardo Bueno: https://www.youtube.com/watch?v=3eRYXtiXOR0

A Criação das Missões — Eduardo Bueno: https://www.youtube.com/watch?v=jSJ_VWKs2Uw

Bispo Sardinha na Ceia dos Índios Caetés — Eduardo Bueno: https://www.youtube.com/watch?v=gAtFVQoFHCE&t=298s

O Gostoso Hans Staden — Eduardo Bueno: https://www.youtube.com/watch?v=__OkSdycHms

“Guerras do Brasil.doc — episódio 1 — As Guerras da Conquista”: https://www.youtube.com/watch?v=1C7eQBl6_pk

Nauk Maria de Jesus — A guerra justa contra os Payaguá (1a metade do século XVIII) — pdf

Buono, Amy. “’Seu tesouro são penas de pássaro’: arte plumária tupinambá e a imagem da América.” Figura: Studies on the Classical Tradition/ Studi sulla Tradizione Classica 6, no. 2 (2018): 13–29.

Os povos Pampeanos: Minuanos, Marcelo Valerao: https://www.youtube.com/watch?v=eTbCKXQaWUY



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